CTR da Ciclus promove
a transformação de resíduos
em energia limpa e renovável
Centro de Tratamento de Resíduos (CTR Rio)


Criado para substituir o antigo aterro controlado de Gramacho, o Centro de Tratamento de Resíduos – CTR Rio – iniciou suas operações em abril de 2011. Em um terreno com mais de 2 milhões de m2, o projeto ambiental foi planejado e executado para garantir que o solo e o ar não fossem contaminados. A implantação possui tecnologia de ponta, sendo um dos centros de tratamento mais avançados de toda a América Latina.

Diariamente, o CTR Rio recebe cerca de 10 mil toneladas de resíduos coletados em Seropédica, Itaguaí e Rio de Janeiro. Garantindo a proteção do meio ambiente local, o solo do aterro recebeu tripla impermeabilização de base reforçada, utilizando argila e dupla camada de mantas de polietileno de alta densidade e utilização de sensores eletrônicos que podem detectar qualquer tipo de anomalia no sistema de impermeabilização. Desta forma, evita-se que o chorume gerado pela decomposição dos resíduos entre em contato com o solo. O líquido de cor escura e tóxico é captado e enviado para tratamento na Estação de Tratamento de Chorume dentro do CTR Rio.

O metano, gás altamente poluente, liberado também através da decomposição dos resíduos no aterro, é drenado até os flares, onde são queimados. Esta queima transforma o metano em gás carbônico, 25 vezes menos poluente. O que antes poluía nos lixões, hoje é tratado na CTR Rio.

Além disso, o CTR Rio conta com uma rede de poços de monitoramento que permite avaliar as propriedades das águas subterrâneas, verificando se há contaminação. Os recursos de controle de qualidade ambiental tendem a se tornar referência até para os órgãos ambientais.

A Ciclus foi a responsável pelo encerramento dos lixões de Seropédica e Itaguaí e recuperação ambiental do lixão de Seropédica.